Recentemente vimos vários motivos para sermos ainda mais responsáveis com o que criamos. Não que tenha dado algo errado, pelo contrário! Mas cada novo trabalho trás consigo uma história e uma experiência.
Lidamos com empresas de vários tamanhos. Algumas são grandes, sem donos, somente entidades que funcionam quase como um organismo de vários cérebros. Algumas são mais antigas, parecidas com seus dirigentes em personalidade. Outras estão nascendo, de pais aflitos, esperançosos e cheios de planos para o futuro.
Nesse último caso em especial, a concepção da marca, da papelaria, do site, do primeiro folder, são como os passos iniciais daquele filho que os pais nutriram há anos, mas que só agora começam a tomar forma. Aí não lidamos somente com design e comunicação: lidamos com sonhos e expectativas, que nos incentivam a querer fazer um trabalho cada vez melhor. A satisfação do cliente é uma honra ainda maior nesses caso, já que de certa forma nos sentimos um pouco parte dessa nova empresa, e um pouco pais dessa cria coletiva.
Comunicação nunca é só letras e cores sobre o papel, na tela da sua tv, ou um som no seu rádio: comunicação é uma materialização de um desejo, de um plano, que começou muito antes de um briefing. Quando dá tudo certo nos sentimos revigorados e tranquilos, por termos cumprido tão importante responsabilidade. Por isso cada trabalho é pessoal e único, cada experiência nos complementa um pouco mais e cada cliente passa a ser parte dessa nossa família.
Hoje a publicidade está em todo lugar. Para cada canto de uma página na web existe um valor diferente para publicação. Todos nós já vimos vários anuncios publicitários nas ruas, estádios, revistas e agora games.
Essas publicidades são chamadas de In-game advertising (IGA) e significa exatamente o uso de computadores e video games como um meio de publicação. Na verdade, eles começaram com propagandas estáticas, as quais eram programadas na produção do jogo e não poderiam ser alteradas. Eram bastante utilizados em jogos de tiros, aventuras e esportes.
Hoje em dia o IGA é dinâmico, fazendo com que as próprias agências façam a inserção de suas campanhas publicitárias no dia e na hora que determinarem. É mais comum achar esse tipo de publicidade nos MMORPGs (Massive Multiplayer Online Role-Playing Game) como o Second Life, já que nem todos os jogos são possíveis de IGA, por causa da época ou lugar onde a história é contada.
Para os publicitários um novo meio de comunicação ou exposição de suas campanhas é sempre bem vindo. Para os games é mais uma forma de conseguir patrocínio em sua produção. Espero que esse tipo de publicidade continue promissor.
Em alguns casos, uma boa foto está para um anúncio, assim como as rodas estão para um automóvel. A fotografia tem um papel essencial na publicidade moderna. É a única capaz de sintetizar conceitos e idéias com uma eficácia e rapidez surpreendentes; como exemplo disso cito a máxima: uma imagem vale mais que mil palavras.
Qual a importância de uma boa produção fotográfica para o vender o seu produto, serviço ou idéia? Fundamental, pois cabe a ela a função de seduzir o seu interlocutor. Uma vez fisgado, o seu inconsciente vai decifrando os símbolos presentes na composição e estrutura do anúncio, dentre elas o texto escrito.
Engana-se quem pensa que uma boa foto precisa estar apenas bem iluminada, nítida e bem distribuída no seu espaço. A fotografia publicitária precisa de mais: ela tem que partir de um conceito, contar uma história e carregar um significado, por isso nem sempre ela é uma fiel reprodução do mundo real. Não estamos falando apenas dos anúncios impressos, nos comercias audiovisuais a fotografia contribui na disposição e iluminação cuidadosa dos elementos presentes na cena.
O fotógrafo profissional deve ser o responsável pela execução das fotos. A conceituação, as diretrizes, a montagem do anúncio ou de outro material gráfico qualquer é atribuição do diretor de arte da agência. Muitas vezes esses papéis se confundem, mas é importante que cada profissional concentre seus esforços naquilo que ele faz de melhor. Assim como não cabe ao diretor de arte definir qual abertura do diafragma usar na foto, também não é papel do fotógrafo diagramar um catálogo ou ou criar peças publicitárias com suas fotos para os clientes. Desconfie sempre dessas práticas. O fotógrafo nem sempre tem o conhecimento de mercado, próprio do publicitário, para criar uma peça persuasiva.
Seja para mostrar seu produto no seu site de e-commerce ou para um anúncio elaborado, a fotografia precisa ser bem feita, bem produzida e muito bem pensada. Um bom fotógrafo é essencial e ele tem um papel importante no processo criativo, necessário para se produzir um material de qualidade Assim ele contribuí para um resultado final, junto com o trabalho publicitário, mais bonito, persuasivo e de acordo com seu público e sua mensagem.
Em Belo Horizonte, nunca tivemos tanta oferta de bons imóveis (a maioria a preços exorbitantes). Com o desenvolvimento de alguns bairros, conforto e qualidade de vida deixaram de ser sinônimos de zona sul há muito tempo. Mas nesse contexto onde é tão difícil para o comprador selecionar a melhor opção, como destacar seu empreendimento dos demais?
Pra começar, desde o planejamento, deve-se ter em mente para quem se está construindo: jovens casais, casais maduros, solteiros, famílias, aposentados. O que é valor para cada um desses públicos? Conveniência? Espaço? Baixo preço? Muitas vagas de garagem? É fundamental construir visando um mercado, já que nenhum empreendimento consegue satisfazer as necessidades de todos os públicos.
Na comunicação são justamente esses valores que serão explorados, de forma direcionada ao público, para que ele saiba que o empreendimento atende suas necessidades. Ao invés de se posicionar como mais uma opção, ele passa a procurar o comprador focando em seu próprio interesse. Para tal, devem ser cuidadosamente trabalhados os textos dos anúncios, as cores usadas, fotos, e qualidade de produção.
Muitas vezes o empresário acha que basta informar ao mercado que seu empreendimento existe, e acaba se preocupando pouco com os aspectos citados acima. O que se tem no final é uma comunicação custosa, porém genérica, que não gera lembrança no consumidor. Aí a mensagem é rapidamente sobreposta por outra, e o retorno do investimento fica aquém de seu potencial.
Fique atento aos seguintes critérios na hora de anunciar um empreendimento:
1- Você entende quais são seus principais públicos?
2- O empreendimento possui diferenciais para atender a esses públicos que devem ser comunicados?
3- Sua agência entende do mercado e tem experiência? Ela entende qual é o seu público?
4- Há algum dificultador de venda (estrutura de atendimento, localização)? Ele pode ser solucionado?
5- Os anúncios estão adequados aos meios (vídeo gravado em HD para ser visto em TV de alta definição, caderno de vendas está comunicando os mesmos valores que os anúncios impressos, com mais detalhes)?
6- Finalmente, você tem alguma forma de mensurar o retorno das ações para evitar erros e repetir acertos no próximo empreendimento?
Na dúvida, vale saber que profissionais qualificados lhe darão a orientação necessária para tudo isso. Muitas vezes essa orientação evita custos desnecessários e otimiza sua verba de publicidade.
Web 2.0, redes sociais, interatividade, conteúdo… A internet é a mídia que se transforma mais rapidamente hoje. Nesse contexto dinâmico, como você classifica seu site?
1- Meu site é super moderno, cheio de animações. Nunca fica parado! Tem um formulário de contato e a foto da empresa.
2- Meu site é bem simples, feito a partir do folder da minha empresa. É quase um folder digital.
3- Meu site é leve, sem muita frescura, integrado com o blog e o twitter da minha empresa.
4- Meu site é moderno, interativo e dinâmico, atualizado com frequência e tem os acessos monitorados.
A questão com o mercado hoje, é que muita gente se capacitou para construir sites, mas poucos são capacitados para entender o mercado. Vemos diariamente empresas que investem um bom dinheiro em seus sites, mas que privilegiam (ou contratam quem privilegie) a estética sobre a funcionalidade, sem saber que na verdade podem ter os dois.
Um dos principais enganos é a associação de sites em flash com sites modernos. Na verdade o flash tem sim suas qualidades, e permite animações incríveis, mas é complicado construir um site assim. Antes de ser um espetáculo pirotécnico, seu site deve informar o usuário de forma eficiente e permitir canais de comunicação. A eficiência pressupõe que ele seja leve, de fácil navegação, com a informação disposta de forma lógica, ranqueável por sistemas de busca… enfim, várias características nas quais o flash não é muito bem sucedido.
Na dúvida se uma empresa tem o conhecimento necessário para fazer um site útil e duradouro, veja suas experiências anteriores e questione seus resultados. Desconfie de valores muito baixos: um bom site dá trabalho sim! Veja no que o site pode contribuir para o atendimento dos seus clientes e a divulgação da sua empresa (o cliente deve sempre chegar ao site ou o site tem ferramentas que permitem que ele chegue ao cliente?).
Ao investir nessa ferramenta de comunicação, comprometa-se, invista tempo e gere conteúdo, atualize. Afinal, no meio que evolui mais rápido, quem fica parado vira passado rapidinho.
O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Duque Portugal, entrega do 1º exemplar do catálogo Inove em Minas ao governador Aécio Neves. Foto: Ana Carolina Calçado - Instituto Inovação.
Na segunda-feira (22), durante a 3ª Reunião do Fórum Mineiro de Inovação e da 2ª Reunião do Comitê de Empresários para Inovação, o Governador Aécio Neves discutiu com empresários e pesquisadores de destaque nacional os resultados da inovação em diversos setores em Minas Gerais. Na oportunidade, foi lançado o Programa Inove em Minas, com a publicação de um catálogo que apresenta as diversas vantagens competitivas que o sistema de inovação do Estado oferece a empresas com interesse em instalar seus centros de pesquisa e desenvolvimento em Minas Gerais.
Ao mesmo tempo, foi lançado o Programa Mineiro de Empreendedorismo na Pós-Graduação, que tem como objetivo estimular a formação de novos empresários no ramo de inovação tecnológica.
Esses dois projetos da SECTES – Secretaria de Estado Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais contam com serviços da MGBRAS, que criou o catálogo Inove em Minas junto ao Instituto Inovação, principalmente com o apoio e conteúdo fornecidos po Ana Carolina Calçado, além de peças de comunicação do Programa Mineiro de Empreendedorismo na Pós Graduação.
Os dois programas são um marco no comprometimento do governo no desenvolvimento tecnológico em Minas Gerais. São ações pioneiras que visam resultados de longo prazo e lançam Minas como um ambiente cada vez mais atraente para a inovação. A MGBRAS se orgulha de ter contribuído com os programas e parabeniza a Sectes e o Simi pela iniciativa.
Após 26 edições ininterruptas, podemos afirmar que a UNILAR é uma feira consolidada, tida como referência nos setores que representa. Não contentes com esse cenário, Maria Elisa Ordones de Oliveira, diretora da Tecnitur, sai em busca de novos mercados e lança uma edição da “melhor e maior feira do lar do país” em Juiz de Fora.
Ao receber esse desafio, a MGBRAS propôs uma estratégia de comunicação integrada que tinha como principal objetivo marcar a presença da UNILAR nas redes sociais e a tornar ainda mais relevante na internet. Os resultados podem ser vistos no site da UNILAR que, atualmente, recebe cerca de 600 visitas diárias.
Às vésperas da realização da UNILAR em Juiz de Fora e com a campanha na mídia (assista o VT abaixo), o cliente já contabiliza vários indicadores positivos, resultado do esforço conjunto de todas as ações de comunicação: vendas de estandes e patrocínios, apoios institucionais além do grande burburinho em torno da feira na cidade de Juiz de Fora.
Pra completar, a UNILAR BH já conta com boa parte de seus espaços comercializados. Parabéns a toda equipe da Tecnitur!!
Anote aí as datas das feiras:
UNILAR ZM | Expominas Juiz de Fora | 24 a 28 de março de 2010
UNILAR BH | Expominas Belo Horizonte | 15 a 20 de junho de 2010
A publicidade, embora sendo vista muitas vezes como uma vilã manipuladora, tem poder de persuasão limitado ao livre arbítrio do consumidor. A regulamentação do setor muitas vezes até subestima essa capacidade de discernimento, mas seria muito fácil se toda mensagem publicitária determinasse a decisão de compra. Pelo contrário: o consumidor pode se tornar mais aberto à experimentação, mas ainda sim será mais influenciado pelo seu gosto, orçamento, disponibilidade do produto… enfim, diversos fatores além da mensagem publicitária.
Com a propaganda enganosa, no entanto, o caso é outro. Ela não é benéfica ao consumidor e nem ao anunciante. Normalmente o que acontece é que se gera uma expectativa no consumidor que não é correspondida pelo produto ou serviço, o que causa uma rejeição imediata. Nesse caso, o poder de escolha do consumidor é sim manipulado, e ele é enganado em nome de um aumento de vendas a curto prazo.
Recentemente o Conar lançou sua campanha contra a propaganda enganosa (confira o vídeo aqui), e algumas empresas acabaram por justificar a retomada desse tema. O caso mais recente é a comentadíssima bebida láctea que leva o nome de um famoso chocolate mas não o contém em sua fórmula (veja o caso aqui). Mesmo cercando-se de medidas legais que garantem a autenticidade da comunicação, ainda sim o consumidor pode se sentir enganado por alguma manobra espertinha por parte das empresas. A internet e as redes sociais ampliam ainda mais essas respostas negativas, conseguindo agregar consumidores insatisfeitos para queimar de vez a imagem do produto que, com um pouco mais de cuidado, poderia ser um sucesso.
Toda publicidade deve corresponder às reais características do produto. Essa é uma lição que todo (bom) publicitário sabe, mas que alguns clientes insistem em esquecer. O resultado na maioria das vezes é desastroso.
Então lembrem-se: embora o consumidor seja insistentemente subestimado, ele tem sim capacidade de perceber quando está sendo enganado. E mais: de reagir e causar uma enorme mancha na sua imagem institucional.
durante 13 anos, a marca da MGBRAS foi praticamente a mesma. Um patrimônio, que por muito transmitiu com sucesso os conceitos da agência. Mas a MGBRAS mudou, assim como o perfil de seus clientes.
Para marcar o aniversário de 14 anos, atualizamos nossa marca.
As cores foram levemente alteradas, para uma paleta mais vibrante. A bússola foi substituída pela caixa de diálogo, com um significado mais amplo. A exclamação diz respeito à mensagem e seu efeito.
fevereiro 1st, 2010 por MGBRAS - Nenhum Comentário
A MGBRAS entrou em 2010 a todo vapor! Agora em novo espaço: na rua Professor Moraes, 714, cj. 202. A nova MGBRAS está agora em um local muito mais charmoso, com um agradável terraço, e com a mesma hospitalidade de sempre. Venha nos visitar!
Outra novidade é a Equipe. Edie se juntou a nós como o novo Web Design da agência. Com isso a MGBRAS expande sua oferta em web com mais autonomia e agilidade!
Para finalizar, em breve apresentaremos nossa nova identidade visual. Aguardem!